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SL: Brazilian Music, Culture and Graphic Production (26/08/2009)

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SL como ferramenta de socialização e educação (04/08/2009)

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

ESPAÇO ABERTO!

CAROS, ESTE EPAÇO FOI ABERTO PARA NOSSAS DÚVIDAS, PERGUNTAS, SUGESTÕES, ETC. ENTÃO, QUALQUER ASSUNTO QUE ACHAREM PERTINENTE SER DISCUTIDO OU COMPARTILHADO VALE A PENA ESTAR PRESENTE AQUI.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

120, 150, 200km/h (siga o link, ouça, reflita!)

Caros alunos,
esta postagem, de caráter nitidamente pessoal, reflete um profundo conhecimento do pensamento de Pierre Levy, que será o foco de nossa próxima aula. Assim, esta semana, faremos algo diferente! Não serão os 3 primeiros a postar que ganharão 0,5. Mas aqui segue a primeira questão de nossa AP1, no valor de 2,0 (data de fechamento das postagens: 04/09/2009).
_____________________________________________
Questão: O texto abaixo, retirado de um site da interenet, discute as noções de tempo-espaço e identidade no ciberespaço. Facilitei chaves de leitura, destacando algumas partes essenciais do texto, bastante discutidas na aula de ontem. Cada um de vocês deve postar um comentário, tematizando uma (ou mais) dessas chaves de leitura. Única exigência: escrevam seus comentários embasados nos textos disponibilizados. Repito: a correção levará em conta a sitematização e organização do CONHECIMENTO, mais do que as referências. _____________________________________________
CIBERESPAÇO, ESPAÇO CIBERNÉTICO, ESPAÇO VIRTUAL, ESPAÇO SIDERAL, DESIDERIUM, DESEJO...
por Joelma Chisté Linhares
...Começo a formular minha questão evocando o tempo. Em um carro a 40 Km/h já não conseguimos mais acompanhar as listras que demarcam a estrada. A velocidade com que avançam as descobertas tecnológicas produzem o sentimento de um tempo acelerado. Temos a nítida impressão que tudo acontece rápido demais e nos sentimos muitas vezes vagarosos para acompanhar este ritmo frenético, o que parece ser o primeiro sintoma, um indício das mudanças que estão se encaminhando. Diz um ditado popular que há tempo de plantar e tempo de colher. Talvez em tempos de um tempo online, esta diferenciação já não mais exista e, enquanto estou eu aqui, digitando este texto, exista um outro – e provavelmente o há – que tido esta mesma idéia já a tenha colocado na tela (eu ia dizer papel...) ou, então, neste mesmo momento em que tu lês o meu texto, ele já tenha se tornado um outro pelos efeitos que estas poucas e pretensiosas linhas podem ter te produzido. A velocidade desenfreada surge como prenúncio da virtualização do homem.
As nov@s tecnologias ditam a direção do ciberespaço e apontam para uma nova era cujas implicações na subjetividade humana pretendo levantar aqui. Estamos diante da virtualidade, da virtualização, do que é virtual, do que é e do que não é ao mesmo tempo, do nada e do tudo. Estamos diante das potencialidades de atualização. O virtual , por um lado, representa o novo, o desconhecido, um jogo de forças atuando no sentido de criar um nível de tensão X que provoque uma simulação, uma individuação. Por outro lado, este novo, quando tornado conhecido, desvela e introduz uma lógica que repete a experiência deste novo, porque ele mesmo funciona de acordo com uma lógica da desterritorialização, do devir, do processo: a lógica da virtualização. Podemos dizer que o virtual se apresenta como uma experiência de metaestabilidade e, ao mesmo tempo, é a própria metaestabilidade. O fim das certezas absolutas, o fim dos territórios demarcados, agora, tudo se resume ao espaço.
A comunicação entre os humanos é o que permite ao homem tornar-se cidadão. É através das diversas formas de linguagem que o homem consegue se organizar em sociedade, estabelecendo leis de convivência, firmando e transmitindo valores e conhecimentos. Tomemos, então, as técnicas de comunicação utilizadas pelo homem para entendermos a relação que este vem estabelecendo com o mundo e a nova relação que se delineia.
Podemos situar, historicamente, quatro níveis: o oral, o escrito , os meios de comunicação de massa e o que advém com a infovia, com a rede da informação. A oralidade, a forma de mediação entre os humanos que dispensava a escrita, tinha um caráter essencialmente democrático. Todos tinham sua vez como agentes transformadores. O conhecimento se constituía como um processo de vir a ser, na medida em que não havia forma de perpetuar a palavra falada. Quando nos dispomos a atualizar alguma idéia e usamos palavras para isso, não mais estamos falando sobre a coisa em si. A coisa é, como dizemos, re-produzida, produzida novamente, é re-inventada. Tudo estava centrado na enunciação, no ato presente e, sobretudo, na memória. Havia, pois, uma relação com a desterritorialização, com o fluxo e a simulação num nível mais ligado à concretude e ao pensamento mítico.
Com o advento da escrita no século V a.C., surgem novas formas de se relacionar com o mundo, novas formas de habitá-lo. A palavra passa a ser registrada. Substitui-se o fluxo e o olhar mágico em prol de um entendimento mais realístico guiado pela abstração. O que foi dito, já não pode mais ser desdito. A palavra impressa não se apaga e isso repercute profundamente na forma do homem de existir. Os escritos se separam do tempo e do espaço, criando uma noção de historicidade que não existia na oralidade.
Por ser essencialmente um ato individual, a escrita tem o poder de distanciar as pessoas do saber, elitizando e mumificando o conhecimento. Sustenta a busca pela universalidade, pelo objetivo, tornando-se estática. Quantas vezes, ainda hoje, em uma aula inaugural, ao nos defrontarmos com o autor de um livro que figura no programa de alguma disciplina, não nos vemos atônitos diante da percepção de um homem ou uma mulher que caminha, fala e se engasga como qualquer mortal? O autor de um livro, o pensador de uma idéia, pelo distanciamento que a escrita provoca, é elevado à posição de uma entidade superior e suporta um saber inquestionável. Um exemplo disso é o Caso Dora, escrito por Freud , que com todos os seus enganos e exageros foi usado durante anos no meio acadêmico para a formação de psicanalistas e só recebeu uma crítica adequada e à altura após cinqüenta e seis anos de publicado.
Digamos, então, esforçando-nos para não cairmos em reducionismo e sem deixar de considerar a enorme contribuição desta evolução para a humanidade, que a era da palavra escrita aponta para um paradigma onde o modo de existir é predominantemente cristalizado, que se define pela ocupação de lugares determinados. É evidente que quando falamos na era da escrita e num modo de existir sedentário que a acompanha e lhe diz respeito, estamos fazendo uso de um modelo para explicar algo que, na verdade, além de ter sido fundamental, é determinado pela conjunção de múltiplos fatores.
Esta subjetividade que está em questão é uma subjetividade produzida pelos meios de produção capitalística, é o que Guatarri (1993) chama de máquina produtora de subjetividade industrializada. Já começamos a transitar aqui, no âmbito dos meios de comunicação de massa eletrônicos, onde a mídia – como um suporte tecno-intelectual da linguagem humana – é o grande instrumento de produção de desejo com seus modelos perfeitos de sucesso e felicidade. E na mesma medida em que gera desejo, se oferece como capaz de preencher os buracos que cria, destituindo o homem da possibilidade de fazer seu próprio caminho. Parece que em todas as direções encontramos lugares a serem ocupados. O jovem que só se sente aceito por calçar determinada marca de tênis, o leitor que é incapaz de produzir diferenças através do que lê, fazendo suas as palavras do escritor, ou aquele que é incapaz de enunciar a quem interesse suas críticas, o que acaba tendo o mesmo efeito.
Os meios de comunicação de massa, ao contrário do que acontecia na oralidade e na era da escrita, alcançam em tempo real um contingente imenso de indivíduos. Além disso, como externalizações das percepções humanas (televisão como um olho coletivo e o rádio como um ouvido coletivo), propagam interpretações parciais sustentadas em interesses bem definidos como se fossem verdades absolutas. A falta de exposição na mídia de outras posições que façam frente a este olhar parcial permite que ele seja captado sem nenhuma crítica como único possível, criando uma hegemonia, uma homogenização alienada, presa, territorializada. Temos aqui, como afirma Cândido(1999), a subjetividade passiva oriunda de um sistema de comunicação violador, intruso, unidirecional. O ápice da territorialização.
E, de repente, estamos nós perante a máquina... e pela máquina, perante a Internet, que não é nem a oralidade, nem a escrita, nem a televisão ou o rádio, nem o simples resultado do complemento destes suportes de comunicação. Sons, palavras e imagens num universo virtual. Ciberespaço, espaço cibernético, espaço virtual, espaço sideral, desiderium, desejo...
Vislumbramos uma nova relação com o mundo, com a cultura, com o conhecimento. O virtual, como escreve Lévy (1996), não se presta como contraponto ao real, de onde se conclui que o virtual não significa fora da realidade, como muitos apregoam. O virtual, por outro lado, se contrapõe ao atual, sendo que este não mantém uma relação de determinação com aquele. Isso quer dizer que uma atualização não nos leva de volta à virtualização que a gerou, ao contrário da relação do real com seu contraponto, o possível, que mantém uma relação de causa e efeito perfeitamente reversível, num processo linear, pré-determinado e, por isso, previsível.
A atualização é sempre inédita, inventiva e se constitui como território, em termos de uma resposta a um problema anterior. Virtualizar significa dissolver algo que se apresenta como atualização em um universo de diferenças. É sair da presença, é abandonar o território.
Significa potencializar esta atualização, no sentido de inscrevê-la em um todo maior, colocar nela uma interrogação que a faça tornar-se parte de um complexo problemático superior, o que levará, num espiral infinito, a novas atualizações e novas virtualizações. Este é um processo profundamente criativo cujos resultados surgem do inusitado jogo entre diferenças.
O texto digital constitui o protótipo da virtualização. O papel que podia amarelar-se com o passar dos tempos, a letra escrita à mão, a pressão no papel... Os significantes que habitavam o texto escrito perdem lugar. Na tela, eles são filtrados, substiuídos por outros significantes nada palpáveis. Um tipo de letra, uma imagem, um áudio, um texto formatado que me dirá deste outro tudo aquilo que posso construir a partir da rede de símbolos que me é transmitida. De concreto, só a máquina.
O primeiro indício da virtualização é a sensação de desassossego que sentimos frente às constantes mudanças. A velocidade do sistema online torna o tempo para tudo mais estreito. A rapidez com que uma idéia se atualiza e é substituída por outra, parece ser a mesma que faz com que tenhamos que nos reconstruir dia a dia. Se virtualizar-se é sair da presença, a velocidade é, então, um ingrediente efetivamente importante. Reflete claramente a descartabilidade das coisas no mundo atual.
De outra forma, como relata Lévy (1996), já percebemos a virtualização da sociedade nas novas tecnologias da comunicação, do transporte, da medicina, da economia e da política, repercutindo em uma subjetividade que prima pela mobilidade, que transita pelo diferente. A Internet, o enorme mercado do turismo, os transplantes de órgãos, as plásticas estéticas, o esporte em alta, o mercado do conhecimento e da informação... reflexos de uma virtualização que ainda entra em choque com um tipo de subjetividade que reluta, hesitante, em deixar o velho território, uma subjetividade às vezes saudosista, que teme correr riscos, uma subjetividade da propriedade privada. A subjetividade virtualizada se desprende da identidade, pois, apesar de se atualizar – que significa exatamente construir território, o que também é essencial – não mais se satisfaz em agarrar-se a ele. Está o tempo todo se deixando tocar pelo fluxo de forças que vibram constantemente em todos os sentidos. Uma subjetividade ativa, atuante, participativa, móvel, que ama a tempestade, a deseja e a provoca. O ciberespaço é o habitat do desejante.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Novidades!!!

Caros alunos, conforme e-mail recebido por mim pelo Prof. Galtier, segue mais um contato interessante para vocês dentro do SL: Empreendedor Mighty, um funcionário do Sebrae, que ministra cursos de construção em nível iniciante e avançado. Uma boa oportunidade, além de ser mais um contato para pesquisas! Ele já está adicionado ao grupo, assim, vocês podem contactá-lo, caso precisem. Inclusive encontrei o blog dele, e já foi adicionado ao nosso. Vocês pode dar uma conferida antes! NOVAS TURMAS DEVEM INICIAR AS AULAS NO PRÓXIMO MÊS, FIQUEM ATENTOS À PROGRAMAÇÃO... Já que soube que tem gente querendo ganhar dinheiro lá por dentro!!! Segue o e-mail recebido: de: galtier2009@gmail.com para: jose.junior@fanor.edu.br data: 19 de agosto de 2009 01:48 assunto: Greetings! My dear friend and colleague, Professor Lins (FANOR/Br), Have just met this morning a Brazilian ava, from an institution in your country, that gives basic and advanced classes on SL tools... As I found it interesting, added him to the group, and gave a special function for him: Helper. This way, I guess students have another source besides me, as i am not available all the time, as my life still runs in SL - you know that! So, just let them know, ok? Sincerely, Galtier

domingo, 9 de agosto de 2009

Class 01 - Definitions

Dear Students, according to your last class at Fanor with Professor Lins, those topics were discussed in class. So, we are willing to hear your ideas about them. Below, some references as a help. Now, GO AHEAD!!!

ABOUT SCIENCE

1- Read this article and pay attention to the last 3 paragraphs. http://www.webartigos.com/articles/7048/1/o-que-e-ciencia-afinal/pagina1.html

2- http://www.unicamp.br/~chibeni/texdid/ciencia.pdf

ABOUT SECOND LIFE

1- A very good Brazilian site about news on SL (the virtual REPORTER IG needs na up-date)

http://colunistas.ig.com.br/secondlife/

2- The basics about SL (read the complete article, specially “descrição geral do sistema”! and “o Brasil no SL”): http://pt.wikipedia.org/wiki/Second_Life

ABOUT SOCIAL INTERACTION

1- http://pt.wikipedia.org/wiki/Rede_social

2- SL in Brazil: a (un)successful experience? “...embora o Second Life tenha perdido o interesse do ponto de vista publicitário, já que não se massificou, ele ajudou a criar uma cultura dos ambientes virtuais que vai evoluir e se consolidar. Pode ser que a gente olhe para trás daqui a alguns anos e veja que o Second Life foi o tataravô das experiências de navegação em 3D, que vingaram porque apareceram no momento certo”. Follow the site.

http://info.abril.com.br/professional/redes-sociais/second-life-fecha-as-portas-no-brasil.shtml

Best wishes!

Professor Galtier.

sábado, 8 de agosto de 2009

Atividades Complementares (para NOTA)

Caros alunos, Conforme combinado, um dia após as aulas presenciais (no sábado à noite, entre 18-22h ou no domingo entre 07-12h), o Prof. Lins Galtier estará abrindo um POST com uma (ou mais) das temáticas discutidas em sala - afinal, o programa da disciplina está sendo elaborado em conjunto! Ficou assim acertado que, a cada POST aberto, os três primeiros comentários acumulariam 0,5 pontos para a Etapa em questão (pontos estes que serão somados à nota da etapa). Seguem as regras do acordo: 1- os comentários serão uma dissertação do(a) aluno(a) acerca do tema inserido no post ou outro correlato, desde que tenha sido abordado na aula anterior. Para isso, uma leitura prévia deverá ser feita. Acredito que, dentro do possível, o professor Galtier, estará fazendo alguma referência de sites ou textos que possam servir de embasamento. Ou seja, só postem algo, após terem alguma apropriação do assunto; 2- os debates acerca do tema só deverão acontecer após o 3º POST, ou seja, réplicas, dúvidas, novos questionamentos e sugestões de leituras só poderão ser postadas após as três primeiras entradas de comentários. Sintam-se todos livres para questionar; 3- os professores da disciplina também estarão participando deste processo ora contribuindo com as discussões como mediadores de tematização, ora como orientadores. A tod@s, uma boa e democrática participação e divertimento! E termino com uma citação do Professor Moyses Nussenzveig, saudando os novos membros da Academia Brasileira de Ciências, abordando o futuro da ciência:

"Diz-se que, assim como o século XX teria sido o da física, o próximo será o da biologia. Não creio, será o da: BioFisicoQuímicaMatemáticaComputacionalTecnoSociológica! A Natureza ignora nossos preconceitos e recortes arbitrários. Também faz parte da mentalidade 'fin de siècle' anunciar o Fim da Ciência e o Fim da História. O Projeto Genoma, em que cientistas brasileiros deram uma bela demonstração de nossa capacidade de obter resultados da mais alta relevância quando dispomos de recursos, é apontado como etapa final da biologia. A descrição correta é a de Sydney Brenner: não se trata do começo do fim, mas do fim do começo, o começo de uma grande revolução na biologia e na medicina, que também vai requerer uma intensa participação das ciências sociais para abordar problemas humanos e éticos".

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Hello!!

I would like to thank my dear colleague (and personal friend) Professor Lins for this invitation... Living in Second Life for the second time now, I guess I can contribute to this experiment... Hope you, students, enjoy this trip (as I always call it). Have fun and do not hesitate in contacting me... The only problem is... my Portuguese is not that good... So I can mix it with some Spanish or Italian... (and i beg your pardon in advance!!!). Here I suggest two sites for a basic initial research: http://caosmose.net/pierrelevy/ http://gpc.andrelemos.info/blog/?p=149

Cibercultura - Aula 01

Caros alunos, esta semana, dia 07 de agosto, teremos nossa primeira aula de Cybercultura, após o "desencontro" da semana passada. Pena não ter visto nenhum de vocês na I Pré-Conferência Municipal de Comunicação no domingo pela manhã, quando o tema era pertinente a discussão desta disciplina... Mas voilà!!! Apressemo-nos para acompanhar o galope deste chronos virtual que não utiliza a mesma unidade do chronos material, ainda que sejam ambos os ambientes, reais! Qual então a diferença entre virtual e material? Onde estas duas realidades se encontram, se é que elas se encontram!!! Estas são apenas algumas das questões que eu e o professor Galtier tentaremos levantar para vocês nestes encontros. Confiram o nosso cronograma de aulas já postado no portal da disciplina - aliás, verifiquem diariamente o portal e sua caixa de correio eletrônico; estejam "updated" às atividades, e qualquer dúvida não deixem de nos procurar! Desde já abraços e bom semestre!